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PUBLICIDADE COM JEITINHO...

 

A publicidade chegou ao Brasil junto com a família real portuguesa em 1808, que também trouxe o primeiro banco da colônia, instalou um ensino superior e deu a abertura do porto para a exportação. Com tanta novidade, surgiu a necessidade de se fazer publicidade. Então, os primeiros anúncios de produtos e serviços foram lançados formalmente com a primeira edição do jornal brasileiro, Gazeta, do Rio de Janeiro, publicado em 1808.

 

O primeiro anúncio do jornal foi de quatro linhas, e se chamou “Annuncio”, onde uma senhora chamada Anna Joaquina da Silva oferece uma morada de casa de sobrado de frente para Santa Rita. 

Enquanto a nossa publicidade começava com um anúncio nos classificados, os outros países já estavam craques no assunto: na Inglaterra, os primeiros anúncios foram publicados nos jornais em 1650. Nessa época, um diário de Londres tinha em média seis anúncios. Cem anos depois, em 1750, já eram mais de 50 por edição.

 

No Brasil o grande fenômeno da publicidade só aconteceu depois da segunda metade do século 19, com o Brasil independente de Portugual. O comércio de escravos tinha destaque na publicidade, os jornais da época anunciavam características físicas e de comportamento de homens, mulheres e crianças à venda, divulgavam a chegada de novos lotes ao país, davam detalhes sobre as etnias comercializadas e comunicavam fugas.

 

A primeira agência de publicidade surgiu em 1914, para atender a demanda de profissionais especializados em escrever e ilustrar anúncios.  O surgimento das revistas ilustradas de grande tiragem, no início da década de 50, deu novo impulso aos anúncios publicitários em cores. 

Na essência, porém, a publicidade brasileira hoje segue o mesmo princípio de 200 anos atrás: aproveitar as melhores oportunidades de comunicar um produto a um mercado, seja uma “morada de casas”, seja um carro flex.

Comunicação Social - Publicidade e Propaganda.   

UNASP/EC

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